quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Centro de Referência da Mulher Maristela Just

      O Centro de Referência da Mulher é um espaço onde as mulheres em situação de violência doméstica do Município do Jaboatão dos Guararapes, recebem os serviços de acolhimento/atendimento psicológico, social, orientação e encaminhamento jurídico, contribuindo para o fortalecimento e resgate da sua cidadania.

      Além de garantir os serviços acima citados também ofereci um espaço de convivência e ludicidade às crianças filhos(as) das mulheres  em situação de violência; garanti o apoio psicossocial e articulação da rede social para as famílias das assassinadas que residiam no Município; articula as organizações governamentais e não governamentais no município que integram a Rede de Atendimento no sentido de promover o acesso natural aos serviços de saúde, educação,promoção social e inclusão no mundo do trabalho , assistência judiciária e outros que sejam necessários, em função de qualquer violência ocorrida na sua condição de mulher.

      Violência contra a mulher é qualquer conduta, ação ou omissão de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a vítima ser mulher e que cause dano ,morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico,social, político, econômico ou perda patrimonial.

      As fases da situação de violência doméstica compõem um ciclo que pode se tornar vicioso, repetindo-se ao longo de meses ou anos. São elas:
  • Fase da Tensão - é a que vai se acumulando e se manisfestando por meio de atritos,cheios de insultos e ameças,muitas vezes recíprocos;
  • Fase da Agressão - descarga descontrolada de toda aquela tensão acumulada onde o agressor atinge a vítima com empurrões,socos e pontapés, ou às vezes usa objetos, como garrafa, pau, ferro e outros.
  • Fase da Reconciliação - momento em que o agressor pede perdão e promete mudar de comportamento ou finge que não houve nada, mas fica mais carinhoso,bonzinho, traz presentes, fazendo a mulher acreditar que aquilo não vai mais voltar a acontecer.
      É muito comum que esse ciclo se repita, com cada vez maior violência e intervalo menor entre as fases. A experiência mostra que, ou esse ciclo se repete indefinidamente, ou, pior, muitas vezes termina em tragédia, com uma lesão grave ou até o assassinato da mulher.

Fonte: Unifem, Maria, Maria nº 0.

      O Centro de Referência da Mulher Maristela Just fica situado na Rua Travessa São João, nº 64 - Massaranduba - Prazeres -  Jaboatão dos Guararapes . O Centro é uma conquista para que a violência contra a mulher seja revertida em dignidade,cidadania e garantia de direitos.

Contatos:
Fone(81) 3468.2485
e-mail: crm.maristela@gmail.com





quarta-feira, 5 de novembro de 2014

A Violência

Fotogafia :violencia_1191998297.bastadeviolencia.mariacastro.flickr.2007

    Todos os dias ao assistirmos  os telejornais, ligarmos o rádio ou ao lermos os jornais   ouvimos falar sobre violência. Esse mal que atingi toda a sociedade independente de raça, cor, religião e classe social.
    E por medo ficamos em casa todos trancafiados esperando a próxima notícia ou quem será a próxima vítima.

    A violência esta ficando tão banal que em poucos dias estaremos achando normal estes acontecimentos. 

    De acordo com o jornalista Marcelo Moutinho " a violência tornou-se a palavra do dia, ordem do dia e/ou o produto. Por isso hoje esteja sendo tão debatida merecendo assim tanta atenção."

    Mas por incrível que pareça apesar da violência estar  todos os dias em nossa casa através da mídia, ainda existe muita gente sem saber ao certo o que vem a ser VIOLÊNCIA. Por este motivo resolvi escrever sobre esse Tema. 

    Segundo Instituto Avon/Ipsos, seis em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica. São apontados como principais fatores que contribuem para a violência o  Machismo  com  (46%) , seguido do alcoolismo com (31%). Apesar da maioria dos entrevistados   conhecem a Lei Maria da Penha - 94%, todavia , apenas 13% sabem seu conteúdo.

    Afinal o que vem a ser violência e como podemos classificá-la?


    Violência é o uso intencional da força física ou do poder, real ou em ameaça, contra si próprio,contra outra pessoa,ou contra um grupo ou uma comunidade que resulte ou tenha possibilidade de resultar em lesão,morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação(OMS, 2002).


    Quanto ao tipo a violência divide-se em três grandes categorias(/brasil, 2009):



    • Autoinfligida: é dirigida a si mesmo. Nesse tipo de violência estão incluídos os suicídios, as tentativas de suicídio e o autoabuso ( atos de automutilação).
    • Interpessoal: subdivide-se em violência familiar, quando ocorre entre membros da família, e violência comunitária, entre pessoas sem laços de parentesco.
    • Coletiva: atos violentos praticados por grupos,com motivação social, política ou econômica.
    Quanto à natureza a violência pode ser classificada nas seguintes categorias:
    1. Física
    2. Psicológica/Moral
    3. Sexual
    4. Negligência/Abandono
    5. Econômica/Financeira/Patrimonial
    1. Violência Física: é qualquer  ato violento com uso de força física de forma intencional, com o objetivo de ferir, provocar dor e sofrimento, deixando ou não marcas evidentes no corpo da vítima como tapas,beliscões,chutes, torções, empurrões,arremesso de objetos,estrangulamento, queimaduras, perfurações, mutilações, ferimentos por arma de fogo e por arma branca(Brasil,2008).

    2. Violência Psicológica/Moral: é toda ação que coloque em risco ou cause dano á autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa como rejeição, depreciação, discriminação, desrespeito, cobranças exageradas, punições humilhantes. Também estão inclusos nessa categoria o Assédio Moral que ocorre no ambiente de trabalho envolvendo relação de poder e o Bullying que ocorre no ambiente escolar e compreende todas as atitudes agressivas, repetidas e sem motivação evidente, provocadas por um ou mais estudantes em relação a outros colegas(Brasil, 2008). 

    3. Violência Sexual: é toda ação na qual uma pessoa em relação de poder e por meio de força física ou intimidação psicológica obriga outra a executar ato sexual contra sua vontade como:
    •  Estupro - Ato de forçar ou de obrigar uma pessoa, através de violência ou de ameaças, a praticar o ato sexual contra sua própria vontade.
    • Assédio Sexual - constrangimento causado por ameaças veladas com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual;
    • Exploração Sexual - uso de pessoas para práticas sexuais ou produção de material pornográfico com fins lucrativos;
    • Pornografia Infantil - produção, venda, fornecimento ou divulgação, por qualquer meio de comunicação, de material contendo cenas de sexo ou pornografia envolvendo crianças ou adolescentes;
    • Voyerismo - transtorno caracterizado pela preferência em observar pessoas em atividades íntimas ou sexuais com finalidade de excitar-se, sem o consentimento ou reconhecimento da pessoa observada (Brasil, 2008).

    4. Violência Negligência/Abandono: é a ausência do responsável em prover as necessidades e cuidados básicos para o desenvolvimento físico, emocional e social da pessoa assistida como: privação de medicamentos, falta de cuidados necessários com a saúde, descuido com a higiene, ausência de proteção contra inclemências do meio ( como o frio e o calor), ausência de estimulo e de condições para frequentar a escola(Brasil, 2008).

    5.  Violência Econômica/Financeira/Patrimonial :  exploração imprópria ou ilegal, ou uso não consentido de bens e/ou valores que implica em dano, perda, subtração, destruição ou retenção de objetos ou de documentos pessoais.  Ocorre,sobretudo,no âmbito familiar, sendo as vítimas, frenquentemente pessoas idosas e mulheres( Brasil, 2008).


    Como suspeitar de caso de violência?

          É de fundamental importância que fiquemos atentos aos sinais e sintomas (de ordem física, sexual e/ou emocional) para podermos ajudar essas pessoas que por vergonha ou  medo não procuram por ajuda.
    Dentre os comportamentos, sinais e/ou sintomas que podem ser indicativos de violência estão:


    • Afastamento, isolamento, tristeza, abatimento profundo;
    • Autoflagelação, agressividade, choro sem causa aparente;
    • Medo de ficar só ou em companhia de determinada pessoa;
    • Dificuldade de concentração na escola ou no trabalho;
    • Distúrbios do sono ( sonolência, insônia ou pesadelos);
    • Perda ou excesso de apetite;
    • Desidratação ou desnutrição;
    • Náuseas, vômitos e dores estomacais;
    • Lesões físicas( manchas, marcas, fraturas, feridas e/ou queimaduras), muitas vezes inexplicáveis, recorrentes e em diferentes estágios;
    • Alopécia resultante de arrancamento brutal de cabelos;
    • Intoxicação por medicamentos,especialmente anti-histamínicos ou sedativos;
    • Mulheres consideradas "poliqueixosas", usuárias assíduas dos serviços de saúde e apresentando queixas vagas;
    • Nas agressões sexuais:lesões na área genital, perineal e anal, doenças sexualmente transmissíveis, infecções urinárias e gravidez indesejada.


    Notificação da Violência



          É a comunicação obrigatória de um fato à autoridade pública(Brasil, 2008). Não é denúncia, mas sim o registro, em instrumento próprio do setor de saúde, padronizado nacionalmente, dos casos suspeitos ou confirmados de violência,independente de se conhecer ou não o possível agressor.


           A obrigatoriedade da notificação das violências tem respaldo na Lei nº 8.069 de 1990 ( Estatuto da Criança e do Adolescente), Lei n°  10.778 de 2003 ( que institui a notificação compulsória de violência contra a mulher) e Lei n° 10.741 de 2003( Estatuto do Idoso).


    Qual é a importância da notificação?


           Conhecer melhor a magnitude das violências autoinfligidas e interpessoais para subsidiar o desenvolvimento de ações de prevenção a esses agravo e de promoção da saúde e a cultura de paz visando à redução da sua morbimortalidade.


    Bibliografia
    • Secretarias de Saúde e Executiva de Vigilância em Saúde de Pernambuco











    quarta-feira, 7 de abril de 2010

    Encontros e Despedidas


    Nós seremos humanos somos engraçados, quando se fala em paixão. Mesmo sabendo que não podemos nos envolver, abrimos exceções, e é ai que acontece os encontros e despedidas. Queremos quebrar todas as barreiras, quebrar paradigmas, aceitamos qualquer negócio, massssssssss....! derepente chega a rasteira e as coiss começam a fugir do nosso controle. E é ai que percemos que o coração não tem controle.... Não adianta dizer que : olha não vale se apaixoar nessa relação, pois não estou preparada pra isso... É totalmente impossível, por mais que vc não queira...

    segunda-feira, 29 de setembro de 2008

    Gastroplastia : Antes e Depois





    Outro dia estava na net e uma pessoa me adiciou pelo msn - ela queria saber como foi a minha cirurgia, quem foi meu médico e saber se valeu a pena.

    Bem amiga! a resposta esta bem visível né...kkkkkkkk Olhando para essa foto eu já respondo um monte de perguntas. Fazer a cirurgia foi uma das melhor decisões que tomei em toda minha vida, e aconselho a qualquer pessoa que tenha obesidade a fazer. Hoje faço coisas que a muito tempo não fazia, são pequenos detalhes que fazem a diferença. Quem tem obsidade sabe do que eu estou falando, pois passamos por vários constragimentos e situações embaraçosas como: Você sabe o que é entrar numa loja de roupas e ser discriminada " aqui não temos roupas pra gordo"; ou " coloque duas cadeiras de plástico pra vc não cair, pois ela não aguenta com seu peso"; ou entrar no ônibus e ficar na frente pq não passa pela catraca; ou aquelas famosas frase " ela é gordinha mas tem um rosto lindo", " vc é tão engraçada"... Sim pq é dificil vc achar um gorinho de mal humor....rsrsrsrsrsrs. Apesar que o meu bom humor continua até hojé, tenho um bom astral...!!!!

    Agora vou ao shopping e peço uma calça de manequim 44...obá obá obá, vc sabe o que é isso? antes usava 52.

    Então amiga, o que eu tenho a te dizer é: Faça seus exames e marque sua cirurgia o quanto antes. Pois não tem dinheiro que pague a felicidade que estou sentindo agora. E olha que ainda faltam alguns quilinhos pra emagrecer....

    quinta-feira, 26 de junho de 2008

    Amigas da Faculdade


    Familiaaaaaaaaaaaaaaaa Cadena


    Tem pessoas que são famílias porque nascem do mesmo berço .
    Porém tem pessoas que escolhermos para amar.
    Essa é a minha história com essas meninas, minhas amigas da Facul.
    Sempre fazemos trabalhos juntas e participamos de qualquer coisa como uma equipe, ao qual batizamos de “Família Cadena”(meu sobrenome).
    Cada uma completa a outra, isso é que é o barato da coisa.
    Nosso relacionamento independe da nossa idade, vivência, experiência, enfim...Somos uma equipe por completo.
    Brigas? Claro...kkkkkkkkkkkk
    Afinal, qual família não briga?
    Mas, o que importa é que seremos inesquecíveis umas na vida da outra.
    Sei que tomaremos caminhos diferentes, pois nossos objetivos tão os são.
    Mas as Cadenas são demais.
    Posso falar de cada uma delas:
    1ª Flavinha : Essa menina tem uma história linda de vida. E conseguiu dá a volta por cima. Hoje é uma vencedora, sua principal qualidade é o seu comprometimento com o trabalho, gosta muito do que faz, e trabalho pra ela é um prazer.
    2ª Fabíola: A mais nova do grupo é super responsável, ela é minha realizadora de tarefas e faz a coisa acontecer(meu braço direito).
    3ª Dany Melo: Essa é o carinho em pessoa, a mais sensível de todas, sua maior qualidade é competência, quando assume um propósito vai até o fim.
    4ª Dany Ales: Ela é uma graça, super inibida, fica nervosa nos trabalhos, mas quando vai lá na frente da um show, esta cada dia me surpreendendo e se mostrando super capaz nas realizações de suas tarefas.
    5ª Adriana: Essa foi adotada como ela diz, mas nem por isso mesmo amada. Gênio forte, decidida e muito brincalhona, pra tudo tem uma piada. Tendo isso com sua maior qualidade.
    6ª Gaby: Apesar de ter saído continua sendo minha filha, sua maior qualidade é sua dedicação com os amigos.
    Bem estamos chegando na reta final e isso me deixa contente e triste ao mesmo tempo.
    Contente por estarmos realizando uma etapa muito importante em nossas vidas, a realização profissional. E triste porque iremos nos separar e seguir o rumo de nossas vidas.
    Como costumo falar pras meninas “ cada um com seus cada um”.
    Espero de coração que nossa família dure pra sempre. E que vocês tenham aprendido um pouco com essa mãe de coração que ama cada uma do seu jeito. Sei que às vezes fui exigente e até chata, mas tenho certeza que fiz o meu melhor.
    E tenham certeza de uma coisa , nunca esquecerei de cada dia desses quatro anos que passamos juntas. Aprendi muito e devo todas as minhas conquistas até agora a nossa família, afinal com vcs aprendi a liderar, comandar, administrar conflitos, brigar...kkkk e principalmente exigir das pessoas que estão comigo o melhor que elas possam dar.
    Obrigada por tudo,

    Helena Cadena( sua eterna mamuska)

    domingo, 6 de abril de 2008

    Empregabilidade após os 40




    Essa é a capa do livro de Maria Bernadete Pupo

    Publicado na Revista "Mulher dia-a-dia", Ano 2, nº 16, pag. 43Texto: Hérica Rodrigues
    Emprego após os 40 anos





    Movidas pela necessidade de contribuir para a renda familiar ou pelo desejo de realização profissional, cada vez mais as mulheres estão em busca de uma vaga no mercado de trabalho. Porém, essa procura pode ficar mais difícil a partir dos 40 anos se elas não se mostrarem qualificadas e dispostas. Segundo Silvana Case, vice-presidente executiva do Grupo Catho, conseguir emprego, hoje, é uma verdadeira competição. "O mercado de trabalho é extremamente competitivo. Se a mulher tem mais de 40 anos, precisa mostrar realizações e interesse na carreira, estar atualizada e atingir resultados satisfatórios", explica. Ela diz que o mercado necessita de profissionais que tenham objetivos claros sobre suas competências, que trabalhem bem em equipe e tenha mente aberta para adaptações.
    O mercado informal
    Para Maria Bernadete Pupo, administradora de empresas e autora do livro Empregabilidade acima dos 40 anos, Expressão e Arte Editora, outra opção é o mercado informal, aquele no qual a carteira assinada e os direitos oferecidos pela lei são deixados de lado.
    Segundo ela, estar disposta a trabalhar como autônomo ou free-lance é passo para o sucesso. "Minha visão de emprego é um pouco diferente. As pessoas precisam ampliar, ver que o emprego está em extinção, mas em compensação, existem muitas oportunidades de conquistar uma vaga como trabalhadora autônoma. Talvez seja por isso que determinadas pessoas ficam tanto tempo desempregadas, porque só querem trabalho com carteira assinada", afirma.
    Currículo
    A preparação do currículo é fundamental na procura do emprego, já que o objetivo é destacar suas habilidades. Um bom currículo apresenta um resumo breve e objetivo sobre sua experiência profissional, sem fotografia, com endereço detalhado incluindo e-mail, telefone e celular (logo no alto da primeira página), objetivos claros e diretos, breve sumário de qualificações, formação acadêmica, habilidades técnicas, experiências profissionais relevantes (com datas e lugares) e conhecimentos de informática.

    segunda-feira, 31 de março de 2008

    Padaria comunitária garante emprego a mulheres de Cumbica

    “O trabalho da cooperativa começou porque percebemos um grande número de desempregados aqui, como em todo o país”, afirma Juraci Alves, líder da cooperativa de mulheres da Paróquia Santo Antônio, no Jardim Cumbica. Segundo ela, a maioria dos desempregados era composta por mulheres com mais de 40 anos. “A mulher de mais de 40 anos hoje é praticamente impedida de trabalhar”, reclama. Com isto, um grupo de mulheres com este perfil se uniu para formar uma cooperativa que produz pães dos mais variados tipos. Segundo Juraci, o trabalho da cooperativa enfrenta muitas dificuldades por falta de apoio. Segundo ela, somente a Paróquia de Santo Antonio, por meio do padre Renato e a irmã Jaqueline, está apoiando o trabalho da cooperativa. A cooperativa começou com 50 mulheres e hoje possui 23 cooperadas. Uma reclamação que as mulheres da cooperativa fazem é quanto a instalação elétrica adequada a um trabalho de porte industrial que, segundo elas, já foi pedida para a Eletropaulo por diversas vezes, mas não foi tomada providência.

    http://www.sindiquimicos.org.br/infor0800/28infor0800.html